No Jordão, equipe da SEASDH realiza oficinas e atividades de assistência social em territórios indígenas
Em uma iniciativa pioneira na garantia de proteção aos direitos das populações indígenas, o governo do Acre levou uma capacitação, entre os dias 17 e 21 de abril, para fomentar a assistência social no Jordão.
A ação aconteceu na comunidade indígena Arco-Íris, e foi executada pela equipe da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) junto com Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do município. Capacitações de programas socioassistenciais voltadas para crianças, jovens, mulheres e lideranças indígenas foram ofertados.

O objetivo é levar conhecimento, independência, e uma melhor qualidade de vida para as comunidades, que terão mais valorização dos seus direitos, valorizando sua cultura e costumes.
Para este trabalho, realizado na tribo Huni Kuin, foi feita uma parceria com a prefeitura, Fundação Nacional do Indígena (Funai) e Polo Base de Saúde do município. As organizações indigenistas participam e ajudam para que comunidades tenham acesso ao Sistema Único de Assistência Social (Suas). Em Jordão, 43% da população é indígena.

O que foi feito
A primeira atividade executada foi uma oficina técnica. A equipe do Cras levou informações dos programas e serviços de proteção social básica, acesso a benefícios sociais como CadÚnico, Bolsa Família e direitos garantidos por lei.
“Levamos orientações e serviços para que a equipe possa oferecer um atendimento qualificado e culturalmente adequado como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV), no Programa de Atenção integral à Família (Paif) e Primeira Infância no Suas, para acolher famílias indígenas que vivem em áreas urbanas e territórios indígenas”, disse Andréia Guedes, técnica da Assessoria de Indigenismo e Comunidades Tradicionais da SEASDH.

A atividade é de responsabilidade da Diretoria de Política de Assistência Social, por meio do Departamento de Proteção Social Básica e da Assessoria de Indigenismo e Comunidades Tradicionais.
Há sete anos, a SEASDH está presente nas aldeias e territórios indígenas com informação e garantia de direitos as diversas comunidades, para ajudar na transformação da realidade.
Também foi feita foi feita uma oficina orientativa com um grupo de mais de 25 mulheres indígenas da Associação Casa Ainbu Daya.

“A importância da formação é tanto fazer com que os técnicos reconheçam os povos indígenas como integrantes do Suas como também fazer com que mulheres indígenas conheçam seus direitos, principalmente as que vivem na cidade e em áreas rurais. Nosso objetivo é orientar e deixar eles cientes dos seus direitos”, destacou Patrícia Campos, técnica do Departamento de Proteção Social Básica.









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