STF vai julgar suspensão da quebra de sigilo da amiga de Lulinha
O julgamento da decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger, será em plenário virtual
Vinícius Schmidt/Metrópoles A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a quebra dos sigilos bancário e fiscal da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, será julgada em plenário virtual. A sessão está marcada para começar no dia 13 e ser concluída em 20 de março.
Ela é investigada pela CPMI do INSS. Figura ainda como investigada nos autos da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal, em que se apura um esquema de descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS.
A decisão de Dino, desta quarta-feira (4/3), atendeu a pedido da defesa da própria empresária, que alegou constrangimento ilegal após a comissão aprovar as quebras, em 26 de fevereiro.
“Mostra-se presente o perigo de dano ao direito à intimidade da impetrante se quebrado o sigilo bancário e fiscal sem a
devida fundamentação da autoridade competente”, disse o ministro.



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