• Rio Branco, 15/04/2026
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Evangelho do Dia: 12 DE ABRIL

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Evangelho do Dia: 12 DE ABRIL

Domingo II da Páscoa

Evangelho (Jo 20,19-31): Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, os discípulos estavam reunidos, com as portas fechadas por medo dos judeus. Jesus entrou e pôs-se no meio deles. Disse: «A paz esteja convosco». Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos, então, se alegraram por verem o Senhor. Jesus disse, de novo: «A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou também eu vos envio». Então, soprou sobre eles e falou: «Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, ficarão retidos».

Tomé, chamado Gêmeo, que era um dos Doze, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos contaram-lhe: «Nós vimos o Senhor!». Mas Tomé disse: «Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei».

Oito dias depois, os discípulos encontravam-se reunidos na casa, e Tomé estava com eles. Estando as portas fechadas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!». Tomé respondeu: «Meu Senhor e meu Deus!». Jesus lhe disse: «Creste porque me viste? Bem-aventurados os que não viram, e creram!».

Jesus fez diante dos discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

«A quem perdoardes os pecados, serão perdoados»

Rev. D. Fernando VÁZQUEZ-DODERO Romero(Terrassa, Barcelona, Espanha)

Hoje, a Igreja convida-nos a celebrar a misericórdia do Senhor, esse amor imenso e delicado de Deus, que nos ama apesar de sermos tão pouca coisa. Durante toda a Semana Santa contemplámos até que ponto pode chegar a nossa miséria e, sobretudo, quão grande e misericordioso é o amor de Deus.

No Evangelho de hoje encontramos um novo sinal de que o seu amor quer alcançar até os recantos mais obscuros do nosso coração. Contemplamos como Jesus Cristo quer perdoar os pecados através dos seus discípulos: «Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados» (Jo 20,23). Deus ama-nos a tal ponto que deseja sempre perdoar-nos. Quer fazer-Se presente em toda a nossa vida e na nossa história; quer descer até à profundidade do nosso pecado para nos amar e transformar completamente, em tudo o que diz respeito à nossa pessoa.

O Papa Leão XIV, contemplando o Sábado Santo, dizia: «É o dia em que o céu visita a terra mais profundamente. É o tempo em que cada recanto da história humana é tocado pela luz da Páscoa. E se Cristo pôde descer até lá, nada pode ser excluído da sua redenção. Nem as nossas noites, nem sequer as nossas culpas mais antigas, nem mesmo os nossos laços rompidos. Não há passado tão arruinado, não há história tão comprometida que não possa ser tocada pela misericórdia!».

Assim é o amor de Deus: um amor como não há outro, que abraça a nossa miséria e quer perdoar-nos para nos devolver sempre à luz. E quer fazê-lo de um modo ainda mais surpreendente: «Como o Pai me enviou também eu vos envio» (Jo 20,21). Ou seja, quer fazê-lo através da Igreja, por meio de outros homens — os sacerdotes — também pecadores, como aquele que se confessa, mas chamados a ser testemunhas e instrumentos da sua misericórdia.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

  • «E a Vós, Senhor, que vedes claramente, com os vossos olhos, os abismos da consciência humana o que, de mim, Te poderia passar despercebido, mesmo que me recusasse a confessa-lo?» (Santo Agostinho)

  • «Muitas vezes pensamos que confessar-nos é como ir à lavandaria. Mas Jesus, no confessionário, não é uma lavandaria. A confissão é um encontro com Jesus que nos espera tal qual somos» (Francisco)

  • «Cristo age em cada um dos sacramentos. Ele dirige-Se pessoalmente a cada um dos pecadores: “Meu filho, os teus pecados são-te perdoados” (Mc 2, 5); Ele é o médico que Se inclina sobre cada um dos doentes com necessidade d'Ele para os curar: alivia-os e reintegra-os na comunhão fraterna. A confissão pessoal é, pois, a forma mais significativa da reconciliação com Deus e com a Igreja» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.484)





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