A partir de fortuna de Harry Potter, J.K. Rowling cria organização privada que luta contra os direitos de transgêneros
J.K. Rowling começou a financiar instituição privada para lutar contra direitos trans
A autora J.K. Rowling, criadora da franquia Harry Potter, criou um fundo privado intitulado JK Rowling Women's Fund. De acordo com a própria, a intenção é criar um ambiente para "mulheres protegerem seus direitos baseados no sexo".
Em sua rede social, ela foi questionada por internautas sobre formas de doações e respondeu que "um fundo privado era o meio mais eficiente, simplificada de fazer isso", negando apoio público e confirmando estar utilizando diretamente sua fortuna oriunda do sucesso global de Harry Potter, que continua a ter produções audiovisuais e livros lançados respectivamente pelas empresas Warner Bros. e Bloomsbury Publishing, para manter o fundo.
Atualmente, Rowling possui um valor de mercado de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,6 bilhões com base na cotação atual) e deteve temporariamente o título de primeira escritora bilionária do mundo pela Forbes.
A página oficial do fundo diz que a instituição "oferece apoio de financiamento jurídico a indivíduos e organizações que lutam para manter os direitos das mulheres com base no sexo no local de trabalho, na vida pública e em espaços femininos protegidos".
Anteriormente, Rowling doou aproximadamente US$ 90 mil (R$ 508.977,00 em conversão direta com base na cotação atual) ao grupo escocês For Women, que luta contra a validação de mulheres trangênero como mulheres no âmbito legal da Escócia. Ela também comemorou publicamente quando o Reino Unido definiu que o ato de mulher deve ser exclusivamente validado pelo sexo de nascença de cada indivíduo.
As incessantes ações preconceituosas da autora J.K. Rowling, envolvida na futura série da HBO que contará mais uma vez as histórias dos livros como uma espécie de consultora, já fizeram empresas parceiras como Warner Bros. tentarem se distanciar das polêmicas da autora.
No início deste ano, porém, a HBO se pronunciou sobre as críticas em torno da produção da série e disse que Rowling "tem o direito de expressar suas opiniões pessoais", afirmando que o programa "se beneficiará" de seu auxílio.




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