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  • Rio Branco, 12/10/2026
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Flávio pede ao TSE investigação contra Andrei Rodrigues por suposto uso da PF em benefício ao PT

Flávio acusa Andrei Rodrigues de suposto uso da estrutura da Polícia Federal com finalidade eleitoral

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Flávio pede ao TSE investigação contra Andrei Rodrigues por suposto uso da PF em benefício ao PT Andrei Rodrigues é alvo da campanha de Flávio Bolsonaro após coletiva para tratar de investigação contra suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições. Foto: Divulgação/Agência Senado/Assessoria FB/ND Mais

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à presidência, protocolou neste domingo (11) uma notícia-crime no TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues.

A ação solicita a instauração de uma investigação para apurar o suposto uso da estrutura da Polícia Federal com finalidade eleitoral.

Segundo o documento, o diretor-geral teria utilizado o serviço da repartição pública para beneficiar politicamente o PT, partido de Lula (PT), que vai às urnas contra Flávio no 2° turno das eleições presidenciais.

Entenda por que Flávio pede investigação contra Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF

O fato central relatado na petição ocorreu no dia 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições de 2026.

Na ocasião, Andrei Rodrigues concedeu uma entrevista coletiva em Brasília para anunciar a abertura de uma apuração preliminar sobre uma suposta interferência internacional no pleito brasileiro.

Lula e Andrei Rodrigues, chefe da Polícia Federal. - Ricardo Stuckert/Divulgação/ND Mais

A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta no documento que o anúncio da investigação foi baseado exclusivamente em uma reportagem jornalística internacional, sem a apresentação de indícios concretos ou autores definidos.

“O benefício a partido político decorre da própria natureza da disputa. Em uma eleição presidencial polarizada entre o candidato do Partido dos Trabalhadores e o candidato do Partido Liberal, hoje adversários no segundo turno, toda carga negativa lançada sobre um deles reverte, por definição, em favor do outro. E, no caso, essa carga foi lançada pelo serviço público com destinatário certo: o Noticiante [Flávio]”, relata a petição.

O pedido ainda ressalta que a apuração anunciada pela Polícia Federal foi posteriormente arquivada pelos órgãos competentes por falta de elementos mínimos de prova.

Para os advogados do senador, a conduta do diretor da PF configurou um enquadramento partidário no dia da votação, com o objetivo de influenciar a opinião do eleitorado.

A notícia-crime pede que o Ministério Público Eleitoral conduza a apuração do caso.








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