• Rio Branco, 04/05/2026
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Copa do Mundo da FIFA 26 pode ter “enxame” de ausências

namarcadacal.com.br
Copa do Mundo da FIFA 26 pode ter “enxame” de ausências

A lista de jogadores ausentes para a Copa do Mundo da FIFA 26 pode crescer ainda mais durante as semanas que antecedem o mundial. Um desses nomes pode ser o do uruguaio Giorgian de Arrascaeta, de 31 anos, ídolo rubro-negro. Na semana passada, após um lance em partida da Libertadores, o atleta acabou fraturando a clavícula e passando por procedimento cirúrgico, o que colocou em dúvida sua ida ao Mundial.


A menos de 40 dias para o torneio, a lista de baixas já conta com os brasileiros Rodrygo e Éder Militão, além de outros nomes: Xavi Simons (Holanda), Juan Foyth e Joaquín Panichelli (Argentina), Samu Aghehowa (Espanha) e Gnabry (Alemanha). No entanto, na semana passada, a imprensa esportiva divulgou uma lista atualizada de jogadores lesionados. Confira:



  • Lamine Yamal (Espanha): lesão no tendão da coxa esquerda.

  • Kylian Mbappé (França): sobrecarga e distensão muscular na coxa esquerda.

  • Luka Modric (Croácia): fratura na maçã do rosto.

  • Estêvão (Brasil): lesão muscular de grau quatro na posterior da coxa direita.

  • Éder Militão (Brasil): lesão no bíceps femoral da coxa esquerda.

  • Cristian Romero (Argentina): ruptura parcial do ligamento do joelho direito.

  • Raphinha (Brasil): lesão no bíceps femoral da coxa direita.

  • Alisson (Brasil): lesão muscular na coxa direita.

  • Rodri (Espanha): lesão na virilha.

  • Arda Güler (Turquia): lesão muscular no bíceps femoral da perna direita.

  • Rúben Dias (Portugal): lesão no tornozelo.


A justificativa para o crescente número de lesões, conforme especialistas, é a sobrecarga física extrema decorrente do calendário apertado dos clubes. O número de competições cresceu durante as últimas décadas para atender ao apelo comercial (direitos de transmissão e outras fontes de faturamento). Especialistas apontam, ainda, que a intensidade das partidas na reta final da temporada europeia, somada ao alto volume de jogos acumulados, coloca os atletas no limite físico.


Diante da possibilidade de ausência de grandes astros, vale citar estudos sobre o aumento da distância percorrida por um atleta no futebol moderno. Enquanto na década de 1970 um jogador percorria, em média, 4 quilômetros por partida, cinco décadas depois esse número saltou para a impressionante marca de 11,4 km. As maiores distâncias são cobertas pelos meio-campistas: média de 12,1 km.


O fato é que, a cada ano, o futebolista precisa se adaptar a uma nova realidade de preparação para ganhar fôlego e explosão física, visando à competitividade. Por outro lado, o “futebol arte” perde um pouco de sua criatividade. Os duelos físicos, muitas vezes, ofuscam o talento do craque — especialmente quando a arbitragem não pune o jogo desleal conforme a regra.


Outro fator crucial reside nas consequências dessa alta intensidade para a saúde futura do atleta, sem mencionar a pressão psicológica excessiva exercida por torcedores (especialmente em redes sociais) e pela mídia no cotidiano do profissional.


 




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