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Ataques ao Irã neste sábado (28): como ocorreram, quem morreu e o que se sabe até agora

Bombardeios marcaram uma nova escalada no conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e o regime iraniano

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Ataques ao Irã neste sábado (28): como ocorreram, quem morreu e o que se sabe até agora Estados Unidos e Israel realizaram ataques contra o Irã neste sábado (28) Foto: X.com/Reprodução/ND Mais

Os ataques ao Irã neste sábado (28) marcaram uma nova escalada no conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e o regime iraniano.

A ofensiva conjunta atingiu alvos estratégicos durante a madrugada e provocou mortes, reações militares e mobilização diplomática internacional.

A seguir, confira tudo o que se sabe até agora sobre os bombardeios.

Como ocorreram os ataques ao Irã

Os Estados Unidos e Israel realizaram bombardeios coordenados contra alvos considerados estratégicos no Irã. Segundo o presidente norte-americano, Donald Trump, a ofensiva teve como objetivo eliminar ameaças ligadas ao programa nuclear iraniano e ao arsenal de mísseis do país.

Em publicações na Truth Social, Trump afirmou que os ataques foram “pesados e precisos” e que poderiam continuar “pelo tempo que for necessário”.

Autoridades israelenses também indicaram que a ação mirava diretamente integrantes da cúpula militar e política do regime. De acordo com a agência iraniana Mehr, ao menos 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas em 24 províncias do país, segundo balanço do Crescente Vermelho iraniano.

Uma escola de meninas na região de Minab também foi atingida, com mais de 50 mortes confirmadas, conforme relatos divulgados pela imprensa.

Quais autoridades foram mortas durante os ataques ao Irã

Entre as vítimas dos ataques ao Irã estão o general Mohammad Pakpour, comandante da Guarda Revolucionária do Irã, e Amir Nasirzadeh, ministro da Defesa do país, segundo informações divulgadas por autoridades e agências internacionais. A ofensiva também teria como alvo o líder supremo do Irã.

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Ali Khamenei, de 86 anos, também foi morto no conflito.

Ali Khamenei morreu nos ataques ao Irã, afirma Trump.Ali Khamenei morreu nos ataques ao Irã, afirma TrumpFoto: Wikimedia Commons/ND Mais; X.com/Reprodução/ND Mais

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, escreveu.

´´Ele não conseguiu escapar de nossa inteligência e de nossos sofisticados sistemas de rastreamento e […] não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer. Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país”, afirmou o líder norte-americano.

Trump confirma a morte de Ali Khamenei.Trump confirma a morte de Ali KhameneiFoto: @realdonaldtrump/Instagram/ND Mais

Retaliações e expansão do conflito

Após os bombardeios, o Irã lançou drones e mísseis contra bases norte-americanas e contra Israel.

 escalada da tensão levou o Conselho de Segurança da ONU a convocar uma reunião de urgência neste sábado para discutir a situação na região.

Repercussão internacional

O governo brasileiro condenou os ataques e manifestou preocupação com a escalada militar. Especialistas ouvidos pelo ND Mais apontam que, embora o conflito tenha caráter regional, os efeitos são globais, sobretudo no mercado de energia e na segurança internacional.

Há temor de ampliação do confronto, com risco de envolvimento de novos países e aumento da intensidade dos ataques.

Ainda assim, analistas avaliam que, neste momento, o cenário é de um conflito regional com impactos globais significativos, e não de uma guerra mundial.

Impacto na Copa do Mundo de 2026

Os Ataques ao Irã também podem ter reflexos no futebol. A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, e o Irã já está classificado. A FIFA convocou reuniões internas para discutir o cenário e eventuais impactos logísticos e diplomáticos.

Segundo o secretário-geral da entidade, ainda é prematuro comentar detalhes, mas há diálogo com os governos anfitriões.





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